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As doze regras do trabalho
à distância
1 - Forte automotivação
- O teletrabalhador é mais sensível as distracções e
dispersão. Por outro lado, o isolamento pode afectá-lo
psicologicamente. Logo, é necessário automotivação.
2 - Autodisciplina
- Como o ambiente do teletrabalho não está sujeito ao
controlo físico e visual do ambiente tradicional do
escritório, a autodisciplina é fundamental.
3 - Competências e
preparação - O candidato a teletrabalhador tem de
ter as competências para actividade em causa e, além
disso, tem de aprender a funcionar neste sistema.
4 - Flexibilidade
e espírito de inovação - Quem tenha dificuldades
em se adaptar a novas situações não é bom candidato
ao teletrabalho.
5 - Formas de sociabilização
- O teletrabalho coloca restrições à sociabilização.
Soluções mistas (de part-time em casa e no escritório,
ou em regime de centros de teletrabalho), ou fomentando
o encontro entre teletrabalhadores e clientes, são aconselháveis.
6 - Regime de voluntariado
- Nunca deve ser feita a selecção por escolha administrativa,
todos os candidatos devem ser voluntários e escolhidos
segundo critérios objectivos.
7 - Ambiente familiar
- A família tem de ser considerada na análise. Mas,
o teletrabalho não deve ser um mero estratagema para
resolver problemas domésticos.
8 - Combate aos exageros
- O ambiente de isolamento pode gerar a dependência
em relação à gula, alcoolismo e drogas. Há que levar
estes perigos em consideração.
9 - Ambiente adequado
- Tem de haver um espaço claramente demarcado no lar
para o teletrabalho. A separação em relação às actividades
familiares é crucial.
10 - Formação
- Treine candidatos, os que os gerem nas empresas e
as famílias dos teletrabalhadores.
11 - Sistema experimental
- Comece com uma equipa de voluntários, crie um sistema
experimental e ensaie alternativas mistas. Os testes
à funcionalidade do sistema devem ter, pelo menos, a
duração de um ano.
12 - Regra número
um - O teletrabalho não é nem um prémio, nem sequer
uma punição. É apenas uma maneira diferente de trabalhar.
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